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Há 20 anos, uma passageira feita refém num ônibus da linha 174 (Central-Gávea) foi morta pelo tiro de um atirador de elite do Bope. Ele errou.

O alvo era o sequestrador, que minutos mais tarde morreria asfixiado dentro do carro da polícia.

Em 20 anos, a insegurança no Rio só fez aumentar. Jovens e crianças são mortos até dentro de casa. A elite do poder não acerta uma.

O atual governador manda seus atiradores mirarem “na cabecinha” e o atual presidente da República diz querer armar a população no pior estilo faroeste.

Só a segurança na linha 174 foi resolvida. Alteraram seu número para 158. Portanto, se você estiver na Central e quiser ir para a Gávea, não precisa mais do 174. Pegue o 158!